A divulgação de notícias falsas, infelizmente, não é algo que circula apenas na internet. A mídia impressa, o rádio e a televisão também são portais perfeitos para a disseminação de mentiras.
Por serem veículos de massa, são facilmente vistos e compreendidos pela população. Contar uma mentira como verdade não é tarefa apenas do teatro ou do cinema. Recentemente, o jornal inglês “Daily Express” publicou uma nota em que afirmava que a carreira do jogador de futebol Michael Owen, que já defendeu a Seleção Britânica, havia acabado e que o atacante deixaria o futebol profissional no final deste ano. Resultado: teve que fazer um pedido público de desculpas e ofereceu indenização a Owen.
“Tabloidear” a vida ocorre desde que a noticia virou mercadoria. Ignacio Ramonet, em seu livro A Tirania da Comunicação, explana a respeito das “trucagens e blefagens” que já marcaram a imprensa mundial, como o aparecimento ou desaparecimento de pessoas em uma foto, para dar um outro sentido à imagem; a invenção de historias de vida extraordinárias, como a do garoto de 8 anos dependente de heroína, que concorreu ao prêmio Pulitzer; ou, então, a divulgação de imagens de supostas vitimas de genocídio de Ruanda, em 1994.
A abundância de fontes de informação gera dilemas: será que tudo que vejo e ouço é verídico? Ou são "invencionices" para conquistar mais público, audiência e anunciantes? O que é fato? O que é teatro? Quem está por trás dessa notícia: um jornalista ou um figurão? E como nós, futuros jornalistas, saberemos dizer não à notícia inventada?
Por Paula Franco
Por serem veículos de massa, são facilmente vistos e compreendidos pela população. Contar uma mentira como verdade não é tarefa apenas do teatro ou do cinema. Recentemente, o jornal inglês “Daily Express” publicou uma nota em que afirmava que a carreira do jogador de futebol Michael Owen, que já defendeu a Seleção Britânica, havia acabado e que o atacante deixaria o futebol profissional no final deste ano. Resultado: teve que fazer um pedido público de desculpas e ofereceu indenização a Owen.
“Tabloidear” a vida ocorre desde que a noticia virou mercadoria. Ignacio Ramonet, em seu livro A Tirania da Comunicação, explana a respeito das “trucagens e blefagens” que já marcaram a imprensa mundial, como o aparecimento ou desaparecimento de pessoas em uma foto, para dar um outro sentido à imagem; a invenção de historias de vida extraordinárias, como a do garoto de 8 anos dependente de heroína, que concorreu ao prêmio Pulitzer; ou, então, a divulgação de imagens de supostas vitimas de genocídio de Ruanda, em 1994.
A abundância de fontes de informação gera dilemas: será que tudo que vejo e ouço é verídico? Ou são "invencionices" para conquistar mais público, audiência e anunciantes? O que é fato? O que é teatro? Quem está por trás dessa notícia: um jornalista ou um figurão? E como nós, futuros jornalistas, saberemos dizer não à notícia inventada?
Por Paula Franco





1 comentários:
uau
ficou ótimo seu texto
parabens
depois veja o blog do meu amigo que faz jornalismo ai na meto
desabafosnefelibatas.blogspot.com
bjs
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