Somos estudantes de Jornalismo do quarto semestre e neste blog mostraremos os trabalhos realizados dentro da Universidade Metodista de São Paulo. E sem dúvida a sua opinião vai enriquecer nossa jornada. Participe!



segunda-feira, 30 de março de 2009

Radiojornalismo

Eloiza Frederico
Às vezes em segundos mudamos nossa vida, cada palavra, cada gesto, uma grande lição, e mesmo correndo grandes riscos de não acertar, sabemos que temos uma vida a ser vivida, dia após dia, como verdadeiros aprendizes, e a única certeza que temos é a da entrega.

Professora Eloíza com suas palavras sábias e vividas, nos deu um grande presente, a lucidez, a vontade de viver jornalismo com a alma. Reunida em nosso primeiro trabalho, que é o blog, deixa um gostinho de "quero mais".

Com amor e admiração,
Vitrine da Notícia
Por Adriana Guimarães

domingo, 29 de março de 2009

Entrevista com o jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva (Folha de São Paulo)


Carlos Eduardo Lins da Silva, livre-docente em comunicação pela USP, é diretor de relações da Patri relações Governamentais & Políticas Públicas. Foi repórter, editor, secretário de Redação, diretor-adjunto de Redação e correspondente em Washington da Folha de S.Paulo. Autor de "Muito Além do Jardim Botânico" e "O Adiantado da hora", entre outros livros, foi também diretor-adjnto de Redação do jornal valor Econômico. Atualmente, é o ombusdman da Folha.

VN:O senhor acredita que os blogeiros estão roubando o espaço dos jornalistas na Web?
Carlos Eduardo: Acho que os blogueiros estão criando seu próprio espaço, não roubando espaço de outros.

VN: O senhor acha que o uso da internet para fazer trabalhos torna alguns jovens alienados?
Carlos Eduardo: Não, não acho. Mas acho que a leitura de livros, jornais e revistas, de informações impressas em papel, tem determinadas características que são insubstituíveis por permitirem mais reflexão, ponderação, e que seria muito ruim para a civilização se ela deixasse de ser um hábito para muitas pessoas.

VN:O jornal impresso pode perder lugar para blogs jornalisticos?
Carlos Eduardo: O jornal impresso pode perder espaço para o jornal eletrônico, e já está perdendo. Não necessariamente pala blogs, mesmo os jornalísticos. Em todo o mundo, especialmente no Brasil, os blogs que se dizem jornalísticos pouco mais fazem do que postar comentários sobre o que os jornais impressos ou suas versões eletrônicas publicam.
Por Ariel Gerbelli


Entendendo a inspeção veicular obrigatória

Desde o ano passado entrou em vigor no município de São Paulo a inspeção veicular obrigatória das emissões de poluentes. Com intuito de diminuir a poluição do ar, deveria ser realizada em todos os veículos, mas aqui na capital começou com apenas uma parcela da frota. Primeiro foram os veículos com motores diesel e as motocicletas, que desde 2008 precisam fazer a inspeção. A partir deste ano os demais veículos estariam incluídos no programa. Mas por determinação da prefeitura, somente aqueles fabricados a partir de 2003 são obrigados a fazer a inspeção.


“Uma medida confusa, uma vez que os veículos mais novos são menos poluentes”, afirma Hiran Haun, Engenheiro de Segurança Veicular. Em veículos diesel, um equipamento chamado opacímetro, mede a capacidade de essa fumaça absorver a luz. Quanto mais luz for absorvida, maior o índice de emissão de poluente. “A luz é absorvida por partículas provenientes da queima do diesel. Quanto maior o número de partículas, maior a opacidade, e maior a poluição emitida” explica Hiran.


Já para os veículos movidos a álcool ou gasolina um equipamento mede a quantidade de alguns componentes emitidos pelo escapamento, como monóxido de carbono (proveniente da combustão) e hidrocarbonetos (combustível não queimado na combustão), ambos agentes poluentes.

Caso os resultados obtidos não atendam aos parâmetros estabelecidos pelo IBAMA o veículo é considerado reprovado e deve fazer os ajustes necessários, ou não conseguirá obter o licenciamento.

A inspeção é anual e em São Paulo apenas a ControlAR é licenciada pela prefeitura para este serviço. O calendário da obrigatoriedade da inspeção segue o final das placas. A inspeção deve ser agendada com atecedência. Maiores informações sobre os postos de atendimento podem ser obtidas diretamente no site http://www.controlar.com.br/.
Por Adriana Guimarães

sexta-feira, 27 de março de 2009

História da impressão

Este vídeo mostra, de forma rápida, como a impressão evoluiu, desde tempos remotos (antes mesmo da tipografia), até os dias atuais (a revolução constante das mídias).

Jornalismo e Internet

Rapidez, facilidade, instantaneidade, amplo acesso às informações. O avanço tecnológico possibilitou a expansão do conhecimento. E o jornalismo acompanhou essa evolução.
No final do século XIX e ao longo do século XX, grandes invenções mudaram a forma da humanidade de viver e de se comunicar: a eletricidade, o telefone, o automóvel, o rádio, a televisão, o microcomputador e a internet.

No século XXI, a internet foi a invenção que mais rápido se expandiu. Atualmente, há uma facilidade maior de se comprar um computador com o serviço.

O jornalismo e a internet estão totalmente ligados, pois através dessa parceria há instantaneidade da notícia. Com apenas um clique, você é capaz de acessar qualquer jornal do mundo.

Por outro lado, os fatos postados em sites de notícias, por exemplo, são incompletos; são colocados aos poucos;não se aprofundam; e a informação pode ser incorreta por não ter uma melhor apuração do ocorrido.

As outras mídias, como o rádio e a tv, não perderão seu espaço nem sua importância. Já o impresso sofre uma crise, e, para superá-la, deve se modernizar, procurar uma nova forma de passar a notícia, para conquistar um público que, cada dia mais, está plugado à internet.

Por: Ariel - Caroline - Eliane - Laís - Paula - Tatiane

Referência Bibliográfica: BALDESSAR, M.J. Jornalismo e tecnologia: pioneirismo e contradições. Um breve relato da chegada da informatização nas redações catarinenses. Universidade Federal de Santa Catarina.

Tecnologias e o novo jeito de fazer jornalismo

Os avanços tecnológicos vem mudando o cotidiano e a "cara" da sociedade moderna. Não poderia ser diferente com a imprensa, que tem a necessidade de acompanhar e evoluir junto com o andar da sociedade.

A tecnologia e o que ela traz, interferiu e interfere no jeito de fazer jornalismo. Em 1438, onde até então só existiam os manuscritos, Gutemberg inventa na França, a tipografia que torna o processo de impressão daquela época, bem mais veloz. Aliás agilidade, rapidez e dinamismo, são palavras que ditam as regras no fazer jornalismo até os dias de hoje. É redundante falar que a internet por exemplo, veio para revolucionar o jeito de fazer comunicação, ela reúne simplesmente a agilidade do rádio e o poder da imagem da tv. Com a instataneidade, o fluxo de notícias se tornou bem mais amplo e o jornalista precisa estar sempre antenado e alerta. O jornalista está sempre em busca, nessa "louca maratona", de chegar na frente, dar a notícia primeiro, de preferência.

Há quem acredite que com a internet o futuro do jornal impresso estaria comprometido. Pois não acompanha a instataneidade das outras mídias e índices mostram a queda nas vendas desse veículo. Talvez fosse a hora de haver uma renovação no jeito de fazer jornalismo na mídia impressa.Enfim, a imprensa dependeu e depende dos avanços tecnológicos em toda a sua história, da sua expansão e evolução.
Por Tâmara Magalhães

Entrevista com Celso Horta sobre a evolução do jornalismo.

Celso Horta é Jornalista, diretor e responsável pelo jornal ABCD Maior, mestre em comunicação e regionalidade pelo IMES e assessor da CUT.

VN:Você poderia fazer uma analogia entre o jornalismo da década de 50 com o jornalismo atual no Brasil?
Celso Horta:Em relação as tecnologias as coisas são muito diferentes. As semelhanças ocorrem em especial em relação à concentração da midia nas mãos de poucas famílias. As diferenças neste campo, na verdade estão em curso, fruto do impacto das tecnologias sobre os grandes grupos de comunicação.

VN:Quais as principais mudanças ocorridas no meio de comunicação?
Celso Horta:A tecnologia caminha no sentido de afirmar a comunicação eletrônica. Primeiro foi o rádio, depois a tv, e, agora, a web. As informações começaram a circular com mais rapidez e houve um processo de universalização das notícias, resultado do monopólio da comunicação. A Globo uniformalizou as informações, e até mesmo os sotaques dos seus repórteres, anulando as nuances regionais, acabando com as particularidades da realidade de cada rincão do País. O resto da mídia correu atrás para não ficar sem audiência e, portanto, sem recursos publicitários.

VN:Você acredita que o jornal impresso está com os seus dias contados?
Como este trabalho pode acompanhar todo o avanço tecnologico?
Celso Horta:Dias contados, não. Espaço para o impresso sempre vai existir. O que ocorre é que ele tem que se amoldar aos impactos da midia eletrônica, não pode mais concorrer na velocidade da transmissão de informações com a midia eletrônica. Ou seja, tem que buscar nichos de interesse, foco editorial. Tem que ser também mais opinativo, ou seja, analisar as informaçòes que já chegaram aos seus leitores.

VN:Na sua visão, o que podemos esperar para o futuro da comunicação?
Celso Horta:Temos de trabalhar pela democratização do acesso aos meios e às verbas publicitárias, sob pena do País continuar atrasado, controlado por oligarquias retrógradas, sem expectativa de um futuro com desenvolvimento, justiça social e equilíbrio ambiental.

VN:Qual sua dica para os futuros jornalistas?
Celso Horta:Olhar para a web, campo em que a comunicação e a democratização da midia mais tem futuro.
Por Vanessa Viega